quinta-feira, 22 de julho de 2010

Co-criar...





Buda diz: «Anda, come, sente-se. O que faça, faz-o, mas faz-o plenamente acordado, atento, consciente de que está fazendo-o.»
Olhe a cara das pessoas, ou sua própria cara em um espelho, e o que vês??? Haverá alguém que esteja mais aborrecido que você. A vida inteira parece um prolongado aborrecimento, árida, monótona, sem sentido; de alguma forma, carrega com ela como um fardo…anda tudo a penar…cheio de grilhões…por que aconteceu isto? A vida não tem que ser um aborrecimento... A vida não tem que ser um sofrimento... A vida é um festival, uma celebração, um cenit de alegria... Por que aconteceu isto? E esta não devia ser a realidade básica da vida, não pode sê-la, esqueceu-se o homem completamente de como viver.Aprende-se muitas coisas, aprende-se a ganhar dinheiro, aprende-se matemática, aprende-se a História, aprende-se ciência, mas nunca se aprende o mais importante a viver de uma forma saudável e feliz. Isto está criando o aborrecimento. Toda a humanidade está aborrecida.A dimensão básica do homem
permanece sem cultivar, a dimensão de estar vivo. Considera que já a tem; dá-se por suposta. Isso é errôneo. Não sabe viver, porque simplesmente respirar não é
sinônimo de viver. Simplesmente comer e dormir e levar a cabo as tarefas corporais não é sinônimo de viver. Está existindo, isso é certo, mas não está vivo.
Enquanto o homem não decidir entrar na evolução consciente vai continuar a sofrer…e o mais grave é que não sabe porquê...atribui mil e uma razões para tal…enche-se de medicação…e assim vai continuar!!! Então se aborrecerá.Não avança. Vai acumulando coisas físicas.Suas riquezas vão acumulando-se, sua conta bancária está crescendo, não você. Você não está acrescentando absolutamente nada a si próprio. Pelo contrário, pode ser até que esteja se reduzindo, decrescendo,mas não está crescendo. A não ser que faça algo conscientemente, está perdido. É necessário um esforço consciente. De modo que tem que compreender algo muito básico: com a liberdade chega a responsabilidade. E só pode ser livre se for responsável.Em realidade, o ser humano tem que criar-se a si mesmo com seu próprio esforço.
Só pode estar vivo, feliz, festivo, alegre, quando está avançando, quando está crescendo, quando está acrescentando, quando está criando a alma…quando o divino está crescendo em seu ventre, quando der à luz. Tudo depende de si…


Adaptado-OSHO


CARPE DIEM

The secret…





A casa de todo o mundo está ardendo…mas não é consciente, não é consciente de que tudo se está escapando das mãos…a cada momento está perdendo uma oportunidade que pode não voltar a recuperar-se. O tempo que se perdeu, perdido está; não se pode fazer nada para recuperá-lo, e sua vida se vai fazendo mais curta a cada momento.
E todo mundo pensa que há tempo suficiente para fazer algo. Não há tempo suficiente, porque há tanto que fazer que nunca há tempo suficiente. A não ser que sintam que é uma emergência, uma crise profunda,a maioria das pessoas não vão fazer nada. Assim é como estão funcionando nossas mentes… pensamos sempre que não há
pressa.Se a mente pensar que não há pressa. Então pode seguir sempre protelando. Há muito pouco tempo. O que tem que fazer para se transformar!!!para se converter em um ser novo…há um trabalho enorme a fazer...ACORDE!!! Não siga protelando.
Faça algo por se transformar,pois de contrário vai desperdiçar toda a sua vida... e viver de uma forma sofrida…Há muitas ferramentas ao seu alcance…utilize-as…até as pode compreender, mas a compreensão não serve para nada a não ser que as ponha em prática. Na realidade, a menos que ponha algo em prática, não as compreende,porque a compreensão deve converter-se em acção. Se não se está convertendo em acção, então só as conhece, não as compreende.Tenta compreende esta distinção. Conhecer não é compreender. Conhecer não te compelirá à acção. Não compelirá a nenhuma mudança. Não te compelirá a fazer algo a respeito. Acumulará-o na mente; voltará-se informação. Mais nada…Compreensão significa acção. Quando se compreende algo, imediatamente começa-se a se ocupar disso, porque se for certeiro e sente que é certeiro, tem que nascer algo a respeito. Do contrário, tudo segue sendo emprestado, e o conhecimento emprestado não pode voltar compreensão. É o que querem dizer as aspas…O texto não era meu… era emprestado…Recorda sempre as aspas. É muito bom as esquecer, sente-se bem, mas tudo o que sabe está entre aspas; não é teu. E só pode deixar essas aspas quando algo se converte em tua própria experiência. E a não ser que se volte teu, nenhuma verdade é verdadeira, a menos que se converta em tua experiência,autenticamente tua.
A informação é necessária, mas não é suficiente. Põe-te em marcha... Faz algo para que o conhecimento não fique em conhecimento, não fique em lembrança, mas sim se converta em sua experiência e tua vidaTudo tem que estar apoiado na experiência, de contrário se converte em uma discussão filosófica. Assim prova-o, experimenta...Tão somente compreendê-lo verbalmente não servirá de muito, quando tentares, começas logo a sentir que algo está acontecendo.Conhece-te a ti mesmo…E então acontece um milagre…e toda a tua vida vai mudar…

Adaptado-OSHO


CARPE DIEM

terça-feira, 20 de julho de 2010

CAMINHANDO NA LUZ...



…quando aprendemos a viver mais conscientemente, podemos ao mesmo tempo desfrutar a experiência e considerá-la estranha – como se estivéssemos vivendo em nosso corpo com uma pessoa que não estamos certos de conhecer,pois as mudanças são tão rápidas que temos que aceitar alguma desorientação como um aspecto inevitável do crescimento e estar disposto a tolerá-la até que cheguemos a um novo senso de “normal”,são pontos essenciais para uma mudança bem-sucedida.
E ainda há mais – as reacções das outras pessoas quando testemunham nossas mudanças. Se estamos mais seguros do que antes, se transmitimos um maior auto-respeito – ou se estamos mais abertos, espontâneos, alegres ou menos defensivos -, a maneira de as outras pessoas lidarem connosco pode não ser mais adequada, pode não ser mais apropriada para quem somos, e então ELAS ficam desorientadas. Ou elas ajustam seus comportamentos para combinar com o novo autoconceito que projectamos, ou (intencionalmente ou não) tentarão nos manobrar de volta ao nosso antigo auto-conceito.Mais do que nunca agora a firmeza se impõe…os argumentos dos outros para nos demoverem são muito fortes.Por vezes impõe-se mesmo evitar essas pessoas. De um modo ou de outro, a vida não será mais como era. Mais uma vez, estaremos confrontando o não-familiar, o desconhecido.
Quais serão as recompensas deste novo modo de vida?
A resposta é clara… maior autoconfiança e amor-próprio, maior alegria em nosso ser e maior orgulho pelo que conseguimos de nós mesmos…a existência passa a ser uma aventura…é como que VIVER NO PARAÍSO...

Adaptado-Nathaniel Branden

CARPE DIEM

SER TRANSPARENTE...






…se valorizarmos o PERTENCER mais que o SER – não chegaremos à autenticidade. Para atingi-la, é necessário coragem e independência, especialmente quando tão poucas vezes encontramos essas qualidades nos outros. Contudo, isso não deve nos deter; se as pessoas autênticas são minoria, também são mais felizes e também são as que têm boa auto-estima e as que sabem amar.As pessoas de elevada auto-estima estão longe de ser universalmente mais amados. Mais independentes do que a média, são mais sinceros. São mais abertos quanto a seus pensamentos e sentimentos. Caso se sintam alegres ou excitados, não têm medo de demonstrá-lo. Se sofrem, não se sentem obrigados a “ser simpáticos”. Se suas opiniões não são populares, expressam-nas do mesmo jeito. São pessoas saudavelmente auto-afirmativas. E como não têm medo de ser quem são – de viver com autenticidade – às vezes despertam a inveja e a hostilidade dos que são mais presos às convenções… não desistem do seu próprio compromisso com a verdade. Elas não valorizam a opinião dos outros acima da sua própria auto-estima, apenas aprendem que há pessoas que é melhor evitar.As pessoas que falam sinceramente apreciam a sinceridade daqueles com quem falam. As pessoas que se sentem bem dizendo “sim” quando querem dizer “sim” e “não” quando querem dizer “não” respeitam o direito dos outros de fazer o mesmo. As pessoas autênticas conseguem amigos mais confiáveis, porque estes sabem que podem contar com elas e porque elas inspiram as outras pessoas a corresponderem à sua autenticidade.
Quando somos autênticos, não apenas honramos a nós mesmos – oferecemos também um presente às pessoas com quem lidamos.Viver com autenticidade é uma das maneiras de cultivar a auto-estima.Afirmar nossos desejos e necessidades (sem esperar, é claro, que alguém se responsabilize por seu cumprimento), mesmo quando isso é difícil, é o que a nossa auto-estima pede de nós? A resposta é sim.Dizer a verdade sobre o que pensamos e sentimos, sem saber previamente como os outros vão reagir? Sim.Continuarmos leais à nossa própria consciência, mesmo quando estamos sozinhos para ver o que vemos e saber o que sabemos? Sim.É esse o heroísmo de honrar o ser. É também o caminho para uma elevada auto-estima.Se seguir este caminho quando se olhar no espelho vai dizer para o mundo” QUEM QUERES SER QUANDO FORES GRANDE???
QUERO SER EXACTAMENTE COMO TU…


Adaptado-Nathaniel Branden


CARPE DIEM

Responsabilidade...






Quando finalmente permiti encarar a responsabilidade pela minha vida,comecei a crescer. Comecei a mudar. E minha auto-estima começou a aumentar.A auto-responsabilidade leva às seguintes percepções …Sou responsável pelas minhas escolhas e actos, pela maneira como estruturo o meu tempo, pelo nível de consciência que aplico ao meu trabalho, pelo cuidado, ou pela falta de cuidado, com que trato meu corpo, pelas relações nas quais optei por entrar, ou pelas relações que mantenho,ou mesmo por assumir que não quero ter qualquer tipo de relação no momento, pela maneira como trato as outras pessoas, pelo significado que atribuo, ou deixo de atribuir, à minha existência, pela minha felicidade.Enfim sou responsável pela minha vida – material, emocional, intelectual e espiritual.Preciso saber a diferença entre o que depende e o que não depende de mim. Preciso também de saber que só sou responsável por minhas atitudes e meus actos em relação às coisas sobre as quais tenho controle, mas não sou responsável pelo comportamento dos outros.
A auto-responsabilidade, concebida de maneira racional, é indispensável para uma boa auto-estima. Evitar a auto-responsabilidade nos torna vítimas em relação às nossas próprias vidas. Ficamos desamparados. Damos poderes a todos, menos a nós mesmos. Quando estamos frustrados, procuramos jogar a culpa em alguém; OS OUTROS são culpados por nossa infelicidade. Em contraste com isso, a apreciação da auto-responsabilidade pode ser uma experiência estimulante e fortalecedora; recoloca nossa vida em nossas próprias mãos.Aceitar a responsabilidade pela própria existência é reconhecer a necessidade de viver de maneira produtiva.O que está em jogo não é o grau da nossa capacidade produtiva, mas a nossa escolha de exercer as potencialidades que possuímos. O trabalho produtivo é o supremo acto HUMANO.

Adaptado-Nathaniel Branden

segunda-feira, 19 de julho de 2010

???





SOFRER é talvez a mais simples das actividades humanas; SER FELIZ é talvez a mais difícil.A infelicidade é familiar para a maioria das pessoas; não é agradável, mas é familiar. Quem sabe o que teremos de enfrentar na vida, se não tivermos a nossa depressão e a nossa autocensura para nos proteger e isolar? Quem sabe que desafios seremos obrigados a encarar?O sofrimento é a zona de conforto, enquanto a felicidade, é muito mais exigente, em termos de consciência, energia, disciplina, dedicação e integridade.Portanto, é preciso coragem para trabalhar em nossa libertação da culpa. É preciso honestidade, perseverança e um compromisso com a independência – e viver consciente, autêntica, responsável e activamente…Obrigue-se a SER FELIZ...

Adaptado-Nathaniel Branden


CARPE DIEM

O acordar do génio...





... Olhe bem dentro do seu coração. Ouça a voz calma dentro de você. E lembre-se de uma coisa: uma pessoa só se realiza na vida por meio dos anseios…Evite as pessoas que querem decidir por si. Tome as rédeas da vida nas suas mãos. Você tem que decidir. Na verdade, é nesse próprio acto de decisão que a sua alma nasce. Quando os outros decidem por você, sua alma continua adormecida. Quando você começa a decidir por si próprio, passa a ter sabedoria.A verdade exige grande esforço,descoberta, risco. E é preciso que você trilhe sozinho um caminho...

Adaptado-OSHO

CARPE DIEM